quinta-feira, 7 de abril de 2011

SINDENEL DENUNCIA COPEL NO MPT

O Sindenel atento à situação enfrentada pelos leituristas da Copel, solicitou reunião por reiteradas vezes a empresa para tratativas negociais visando solução dos pleitos destes trabalhadores. No entanto a Copel preferiu se manter em silêncio, sem oferecer qualquer resposta aos trabalhadores e sindicato. Diante desta atitude de descaso aos anseios legítimos dos leituristas, convocamos estes trabalhadores para comparecerem a sede do Sindenel e comunicamos que o sindicato já protocolou denuncia no Ministério Publico - MPT contra a Copel por descumprimento de acordos já pactuados e na forma utilizada de contratação destes trabalhadores.

terça-feira, 29 de março de 2011

COPEL REGISTROU LUCRO LÍQUIDO DE R$ 987,8 MILHÕES NO ANO PASSADO

AE Notícias

A Copel, maior empresa pública do Paraná, registrou lucro líquido de R$ 987,8 milhões no ano de 2010, resultado 24,8% superior aos R$ 791,7 milhões apurados no exercício de 2009.

As demonstrações contábeis da Companhia relativas ao exercício de 2010 são as primeiras elaboradas de acordo com o IFRS (International Financial Reporting Standards), um conjunto de normas que tem por objetivo padronizar internacionalmente os critérios de contabilização dos números e de apresentação dos balanços.

Em razão das modificações conceituais introduzidas por essas normas, os números divulgados no balanço de 2009, originalmente elaborado de acordo com os princípios contábeis adotados no Brasil, não podem servir como termo de comparação. Assim, o lucro líquido de R$ 1,02 bilhão que foi divulgado como resultado do exercício de 2009, por exemplo, passou a ser de R$ 791,7 milhões segundo os critérios de contabilização estabelecidos no IRFS. Já o patrimônio líquido, que era de R$ 8,8 bilhões em dezembro de 2009 pelos critérios brasileiros, passou a ser de R$ 10,3 bilhões na mesma data pelos padrões do IRFS.

Para divulgar seu balanço de 2010 ao mercado, a Copel promoveu antes a adaptação das demonstrações contábeis de 2009 aos critérios do IRFS, de modo a estabelecer parâmetros de comparação. Para todas as companhias abertas, foi fixada a data de 1.º de janeiro de 2009 como a data de transição dos critérios e das formas de contabilização.

Receitas

As receitas operacionais da Copel atingiram R$ 6,9 bilhões em 2010, registrando um crescimento de 10,4% sobre os R$ 6,2 bilhões de receitas no ano anterior. Esse desempenho é justificado pela elevação de 5,2% no consumo de eletricidade do mercado cativo atendido pela Companhia – que é formado por 3,76 milhões de ligações em 393 municípios –, pela extinção da política de descontos na conta de luz para consumidores adimplentes e, ainda, pelo reajuste tarifário médio de 2,46% autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a partir do dia 24 de junho.

Também merecem destaque o crescimento de 22% nas receitas provenientes dos serviços de telecomunicações, resultado da incorporação de novos clientes e do maior volume de serviços prestados aos clientes existentes; a elevação de 15,7% nas receitas de venda de gás (fornecido pela Compagas, empresa controlada pela Copel), decorrente basicamente da recuperação dos níveis de produção nas indústrias que utilizam esse energético após a crise econômica mundial de 2008; e o incremento de 8,1% na rubrica “outras receitas operacionais”, que é justificado, principalmente, pelo maior despacho da Usina Termelétrica de Araucária durante o segundo semestre do ano – período em que houve maior solicitação de geração térmica por causa da estiagem.

Os custos e despesas operacionais cresceram 14,6% no ano que passou, fortemente impactados pelo acréscimo de 8,6% na rubrica “energia comprada para revenda”, que sozinha representa um terço dessa conta. Lajida

O Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações), que expressa a capacidade de geração de caixa da Companhia, chegou a R$ 1,47 bilhão em 2010, montante 6,8% inferior ao do exercício anterior (R$ 1,58 bilhão). Já os ativos da Copel fecharam o ano em R$ 17,8 bilhões – cifra 9,5% superior aos R$ 16,3 bilhões registrados em 2009.

O patrimônio líquido em 2010 cresceu 7,1% comparativamente ao de 2009, evoluindo de R$ 10,5 bilhões para R$ 11 bilhões. O total da dívida consolidada da Copel (incluindo debêntures e outros compromissos das empresas controladas) era de R$ 1,98 bilhão no final do ano de 2010, o que representava um endividamento sobre o patrimônio líquido da ordem de 18% – seguramente um dos mais baixos entre todas as companhias de capital aberto do País.

quarta-feira, 23 de março de 2011

POSSE DA DIRETORIA DO STIEESP


Solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo ocorrida em fevereiro. Compareceram a cerimônia diversas autoridades, entidades e sindicatos representativos, que prestigiaram o companheiro Carlão e toda sua diretoria.

quarta-feira, 2 de março de 2011

PROJETOS DE LEIS TRAZEM PREJUÍZO AO TRABALHADOR


No dia 23 de fevereiro protocolamos ofícios do Sindenel e do CSMEC- Coletivo Sindical Majoritário dos Empregados da Copel nos gabinetes do Senador José Sarney – Presidente do Senado e no gabinete do Deputado Federal Marco Maia – Presidente da Câmara de Deputados nos posicionando contra a alteração do artigo 967 do CPC que no referido dispositivo determina que os autos de processos judiciais poderão ser eliminados findo o prazo de 5 anos, contados da data do seu arquivamento.

Entendemos que a eliminação de tais documentos acarretará inúmeros prejuízos tanto para a sociedade quanto para os trabalhadores. Estes podem necessitar de provas produzidas para um futuro requerimento de ordem previdenciária, por exemplo. Já para a sociedade, estes documentos integram o patrimônio histórico e cultural, possuindo inestimável valor, e a sua eliminação apagará para sempre ações que fizeram desta uma sociedade mais justa, e que serviram também para nortear a constante evolução de nosso direito.

E oficio contra o PLS nº 39, de 2007, que acrescenta o art. 879-A ao Decreto lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (CLT), para regular a declaração de prescrição na execução trabalhista, de autoria do Senador Álvaro Dias PSDB/PR, consta na justificativa do aludido projeto que vislumbra a segurança jurídica ante possibilidade de o empregador ser surpreendido, anos depois da reclamatória, por uma execução trabalhista.

No entanto, cabe argumentar sobre o conceito de segurança jurídica, haja vista que o instituto também deve proteger o trabalhador de ver seu direito, consolidado em crédito, ser triturado diante artifícios do empregador relapso. Não é possível se afirmar injusta a situação onde o empregador é levado a honrar com suas dívidas trabalhistas legalmente corrigidas e atualizadas, apuradas após o devido processo legal. Tal fundamento ainda se revela mais importante quando verificamos a onda de terceirização e precarizacão das relações trabalhistas hodiernas. Empresas de terceirização são criadas todos os dias a fim de baratear o custo da mão de obra para grandes empresas (e, infelizmente, para o Poder Público) e desaparecem (junto com seus sócios), repentinamente, deixando os trabalhadores à míngua. Conseqüência óbvia: uma avalanche de ações trabalhistas e posterior congestionamento de execuções, eis que impossível encontrar qualquer bem apto a cumprir com o crédito do trabalhador. Então, o humilde operário, que não vê possibilidade de ter seus créditos satisfeitos, deixa de atuar no processo, - pela evidente ineficácia do método - é reputado como relapso/inerte pelo Poder Judiciário e, por final, tem seu crédito fulminado pela prescrição intercorrente.

REUNIÃO DO CSMEC NO SINDENEL


Os sindicatos que compõem o CSMEC – Coletivo Majoritário dos Empregados da Copel reuniram-se na tarde de ontem na sede do sindenel para tratativas sobre praticas de política salarial na Copel. Neste mesmo dia foi protocolado pedido de reunião com a direção da Copel para esclarecimentos sobre o assunto e posterior comunicado as bases sindicais.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DIRIGENTES SINDICAIS ARGENTINOS VISITAM O SINDENEL


Juan Fagin, primeiro a direita, durante sua retrospectiva
A direção do SINDENEL, na manhã de hoje, 17 de fevereiro, tiveram a honrosa visita de sindicalistas argentinos ligados a toda poderosa "Federacion Argentina de Trabajadores de Luz y Fuerza - FATLYF", capitaneados pelo legendario sindicalista e ex-deputado federal da Provincia de Buenos Aires, Juan Fagin, que estava acompanhado dos senhores Ernesto Fischman e Omar Rofrado.

Em passagem pelo Brasil, os sindicalistas fizeram questão de fazer esta visita ao SINDENEL, procurando conhecer um pouco mais da nossa realidade e nosso historico de luta. Da mesma forma, abrilhantaram a reunião com uma verdadeira aula dos movimentos de trabalhadores do país vizinho, notadamente do setor de energia, sua forma de organização e sua importante inserção nos movimentos laborais da Argentina.

Foi feito pelos visitantes à direção do Sindenel um convite para conhecer à Federação Argentina buscando estreitar relações entre os dirigentes brasileiros e argentinos.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

NOVA VITORIA DO SINDENEL

Hoje, em audiência na 2ª Turma do TRT do Paraná, foi ratificada em todos os seus termos a sentença favorável aos trabalhadores do teleatendimento da Copel (Call Center) onde a empresa fica obrigada a manter o turno de 6 horas aos empregados da área. No ano de 2009 a Copel, de forma unilateral, alterou a jornada dos empregados do teleatendimento, elastecendo-a em 20 minutos, sob o pretexto de cumprir Norma Regulamentadora do MTE, em direto prejuízo aos empregados da área. Sem obter sucesso de forma administrativa o SINDENEL ajuizou ação na VT (16580/2009), onde obteve concessão de liminar restabelecendo a jornada de 6 horas, depois ratificada em sentença de primeiro grau.

A audiência de hoje teve a presença da Dra. Adriane Steinke, da Assessoria Jurídica do sindicato, que realizou sustentação oral dos pleitos contidos nos autos.