sexta-feira, 11 de novembro de 2016

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA EMPREGADOS DA COPEL

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E/OU RESULTADOS 2016 pagamento em 2017
O Diretor Presidente do SINDENEL, no uso de suas atribuições estatutárias, convoca todos os empregados da Companhia Paranaense de Energia - COPEL, de sua base territorial, filiados ou não ao sindicato, para se reunirem em Assembléia Geral Extraordinária nos dias, locais e horários, conforme segue:
DIA LOCAL HORA
19/11 Associação Copel Curitiba 10:00h às 12:00h
22/11 Sede do SINDENEL 08:30h às 17:30h
23/11 Sede do SINDENEL 08:30h às 17:30h
24/11 Sede do SINDENEL 08:30h às 17:30h

Endereço da Associação Copel Curitiba: BR 277, Km 06, s/n, Sentido Curitiba/Ponta Grossa, entrada pelo Contorno Norte;
Endereço da sede do SINDENEL: Rua Ulisses Vieira, 1515, Santa Quitéria;

A fim de deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA:
1. Apresentação e deliberação da proposta da COPEL visando o pagamento da Participação dos Lucros e/ou Resultados do ano de 2016, pagamento em 2017;
2. Assuntos diversos.

Curitiba, 11 de novembro de 2016.
Alexandre D. Martins
Diretor Presidente
SINDENEL

Sérgio Petecão quer fim do imposto sindical e contribuição apenas de sindicalizados

O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) defendeu projeto de sua autoria que transforma o imposto sindical, hoje obrigatório para todos os trabalhadores, em contribuição a ser cobrada apenas daqueles que são sindicalizados.

Em discurso da tribuna nesta quinta-feira (10), ele elogiou a designação de Wilder Morais (PP-GO) como relator da proposta (PLS 385/2016) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Petecão informou que mais de 50 mil pessoas já manifestaram apoio ao projeto e apenas 700 disseram ser contra, em enquete mantida pelo Portal do Senado.

– Na minha concepção, esse imposto prejudica o trabalhador. Aquele que quiser poderá dar todo o seu salário para o sindicato, não há problema, mas não pode ter imposição, deve ser uma contribuição – frisou.
Fonte: Agência Senado

Reforma da Previdência e PEC do Teto de Gastos são criticadas em debate da CDH

O senador Paulo Paim (PT-RS) comandou nesta quinta-feira (10), ao lado deputado distrital Chico Vigilante (PT), debate sobre a reforma da Previdência e as modificações na legislação trabalhista, realizado na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Um dos principais temas discutidos por juristas, sindicalistas e políticos durante a audiência organizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, que limita os gastos públicos por 20 anos. Participantes criticaram a medida que, segundo eles, representará cortes em direitos da população como saúde e educação.

O Projeto de Lei do Senado (PLS 432/2013), que propõe a alteração do conceito de trabalho escravo, limitando-o a trabalho forçado, e a proposta de reforma da Previdência que o governo pretende enviar ao Congresso Nacional também receberam duras críticas dos participantes da audiência.

Segundo Paulo Paim, o governo de Michel Temer realiza estudos para aumentar a idade mínima de aposentadoria para 65 anos, determinar que o valor base da aposentadoria ou pensão seja reduzido para a metade e elevar a contribuição de 11% para 14%.

O senador disse que, segundo as informações, que constam de notícia publicada pelo jornal O Globo, o trabalhador se aposentará mais tarde e pagará mais e o teto da aposentadoria terá valor reduzido.

- Vai virar um salário mínimo para todo mundo – assinalou o senador.

Na luta em defesa dos trabalhadores, Paim já promoveu debates no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Alagoas, Espírito Santo, Goiás e São Paulo.
Fonte: Agência Senado

Temer e Patah falam sobre emprego e direitos

O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, esteve na manhã de ontem (9) com o presidente da República, Michel Temer, para tratar de economia, emprego, Previdência e de outros assuntos de interesse dos trabalhadores. A audiência, no Palácio do Planalto, em Brasília, teve a duração de cerca de 40 minutos.

Em entrevista à Agência Sindical, Patah fez uma avaliação positiva do encontro com Temer. “Tratei com um presidente disposto a ouvir e a dialogar, com o sindicalismo e outros movimentos. Ele me disse que, em sua opinião, não há democracia forte sem sindicalismo valorizado e movimentos sociais reconhecidos”.

Presidência - “Michel Temer insistiu no regime único que acabe com privilégios de setores do Estado, assegurando um padrão de dignidade para todos”. O projeto de reforma da Previdência deve ser enviado ao Congresso Nacional até 13 de dezembro.

Estrutura sindical - “Temer mostrou estar a par das matérias que visam mexer na estrutura sindical. Ele assegurou que defende uma estrutura sólida, com fontes de custeio asseguradas”, destaca Patah.

Emprego - “O presidente espera que a retomada do crescimento abra novos postos de trabalho. Conversamos a respeito do Programa da Renovação Veicular e eu expliquei que o projeto é bom para o setor da indústria e para o comércio, com possibilidades de gerar grande quantidade de emprego. Temer me adiantou que o governo ajudará a implantar o plano”.

Centrais - “Falei ao presidente que ele precisa dialogar com as entidades de trabalhadores. Temer me disse que espera poder se reunir com todas as Centrais até o final deste ano”.

Meirelles - Segundo Ricardo Patah, o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) deve se reunir com a UGT, nas próximas semanas, para tratar de assuntos da economia e de ações ligadas ao crescimento econômico. “Meirelles me disse que não ouvirá apenas os empresários, mas também os representantes dos trabalhadores”, afirma.
Fonte: Agência Sindica

Terceirização: Supremo Federal versus Congresso Nacional

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento, inicialmente prevista para 9/11, da ação que contesta a legalidade da Súmula 331, do Tribunal Superior do Trabalho, que proíbe a contratação de mão de obra terceirizada para prestação de serviços relacionados com a atividade-fim da empresa tomadora de serviços. O tema é relatado pelo ministro Luiz Fux e abordado no âmbito do Recurso Extraordinário 958252, ajuizado pela Celulose Nipo Brasileira S/A (Cenibra).

O relator propôs que o resultado da decisão tenha repercussão geral. Ou seja, se for revogada a Súmula 331, as empresas ficam livres para terceirizar todos os seus serviços, podendo funcionar sem funcionários próprios ou contratados diretamente. Eventual ganho de causa da Cenibra significa que os empregadores desistirão dos projetos sobre terceirização que tramitam no Congresso, já que boa parte da reforma trabalhista já teria sido realizada.

Para o Governo, que defende a regulamentação da terceirização, inclusive na atividade-fim, uma decisão favorável ao empresariado o dispensaria de arcar com esse custo político de propor ou apoiar uma proposta legislativa nessa direção. Passaria a se concentrar na outra perna da reforma trabalhista reclamada pelo empresariado: a prevalência do negociado sobre o legislado.

É importante ressaltar que o STF vem julgando matérias na área trabalhista e sindical dando ganho de causa ao setor empresarial, como foi o caso da decisão que reduziu a prescrição do FGTS, de 30 para cinco anos, o fim da ultratividade da norma, o desconto de salário no caso de greve no serviço público, entre outras.
Fonte: Diap

Terceirização pode avançar no Congresso: PL 4302 x PLC 30

Neuriberg Dias*

O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento, inicialmente prevista para 9/11, da ação que contesta a legalidade da sumula 331 do Tribunal Superior do Trabalho, que proíbe a contratação de mão de obra terceirizada para prestação de serviços relacionados com a atividade-fim da empresa tomadora de serviços. O tema é relatado pelo ministro Luiz Fux e abordado no âmbito do Recurso Extraordinário 958252, ajuizado pela Celulose Nipo Brasileira S/A (Cenibra).

O relator propôs que o resultado da decisão tenha repercussão geral. Ou seja, se for revogada a súmula 331, as empresas ficam livres para terceirizar todos os seus serviços, podendo funcionar sem funcionários próprios ou contratados diretamente. Eventual ganho de causa da Cenibra significa que os empregadores desistirão do projeto sobre terceirização que tramita no Congresso, já que boa parte da reforma trabalhista já teria sido realizada.

Para o Governo, que defendem a regulamentação da terceirização, inclusive na atividade-fim, uma decisão favorável ao empresariado o dispensaria de arcar com esses custo político de propor ou apoiar uma proposta legislativa nesse direção. Passaria a se concentrar na outra perna da reforma reclamada pelo empresariado: a prevalência do negociado sobre o legislado.

É importante ressaltar que o STF vem julgando matérias na área trabalhista dando ganho de causa ao setor empresarial, como foi o caso da decisão que reduziu a prescrição do FGTS, de 30 para cinco anos, o fim da ultratividade da norma, o desconto de salário no caso de greve no serviço público, entre outras.

Nos bastidores, o cenário considerado possível é a suspensão do julgamento no STF e a definição de um prazo para que o Congresso Nacional aprove uma proposta de regulamentação da terceirização.

Várias propostas tramitam no Legislativo e duas delas representam graves prejuízos para os trabalhadores. Dentre eles, a alternativa cogitada é uma proposta que começou a tramitar em 1998, como PL 4302, enviado pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Ela trata de dois itens de interesse do atual governo: o trabalho temporário e a terceirização. O texto já foi aprovado na Câmara e no Senado. Agora, precisa concluir a votação na Câmara das alterações promovidas pelos senadores. Depois disso, segue para sanção presidencial.

A indústria considera o PL 4302 mais adequado no momento. “Ele melhora o ambiente e diminui a insegurança jurídica”, comentou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade.

Já o PLC 30/2015, antigo PL 4330/2004, do então deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), atualmente assessor especial da Presidência da República, é considerado importante para o governo e grupos empresariais.

No entanto, a proposta não dispõe sobre trabalho temporário, mas permite a terceirização de qualquer atividade da empresa, a subcontratação e estabelece a figura do trabalhador como pessoa jurídica. O governo avalia que o PLC 30 tem forte rejeição dos senadores e sinalização de apoio à regulamentação da terceirização somente na atividade meio. Esse posicionamento é defendido pelo presidente Renan Calheiros (PMDB-AL).

Além disso, o setor empresarial tem considera que o PLC 30 gera incerteza, excesso de fiscalização e avançou muito na garantia de direitos. Outro motivo importante e que pesa contra o PLC 30 é o tempo de tramitação. O PL 4302 se encontra na fase final de tramitação e seu conteúdo contempla a agenda empresarial.

Conteúdo e resumo de tramitação das propostas

PL 4302/1998
Tramita na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). O relator é deputado Laercio Oliveira (SD-SE), designado no dia 26/11/2015. Já foi aprovado parecer do relator, deputado Sandro Mabel, na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP), favorável parcialmente ao substitutivo do Senado.

Depois, a matéria vai ao plenário da Câmara para votação final.

O que pode ser feito: aprovar o substitutivo do Senado; aprovar parcialmente o substitutivo mesclando o novo texto com a redação aprovada na Câmara; rejeitar o substitutivo do Senado, mantendo o texto aprovado na Câmara dos Deputados.

Próximo passo: Segue para sanção presidencial.

Tramitação do PLC 30/2015 e outras propostas (PLS 87/2010, PLS 300/2015 e PLS 339/2016)
Encontra-se na Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional (CEDN), sob a relatoria do senador Paulo Paim (PT-RS). A matéria aguarda parecer e depois segue para votação no plenário do Senado Federal.

Em razão do cenário atual, o senador Paulo Paim deve acelerar a apresentação do seu parecer para regulamentar a terceirização para os mais de 12 milhões de trabalhadores da atividade meio. O presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), tem compromisso firmado em aprovar a terceirização na atividade meio.

(*) Assessor Parlamentar do Diap.
Fonte: Diap

Comissão que vai analisar supersalários terá 20 dias para apresentar propostas

O presidente do Senado, Renan Calheiros, instalou, nesta quinta-feira (10), a comissão especial que vai analisar as folhas de pagamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O objetivo é identificar as remunerações que ultrapassam o teto constitucional, hoje de R$ 33.763,00. Renan Calheiros exigiu o fim dos supersalários do funcionalismo. A comissão terá um prazo de 20 dias, prorrogáveis por uma semana, para apresentar projetos que acabem com os salários indiretos, como indenizações, vantagens e gratificações.
Fonte: Agência Senado