segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Taxa de desemprego cai para 5,4% no trimestre encerrado em junho, diz IBGE

 Este é o menor resultado para o período na série histórica, iniciada em 2012


A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre móvel encerrado em junho, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Este é o menor resultado para o período na série histórica, iniciada em 2012.


O resultado mostra queda ante o registrado no período entre janeiro e março, quando o desemprego ficou em 6,1%.


Segundo o IBGE, também houve recuo na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano passado. No período encerrado em junho de 2025, o indicador estava em 5,8%.


A população desocupada somou 5,9 milhões, recuo de 10,9% frente ao trimestre de janeiro a março de 2026. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, apresentou queda de 6,3%, ou um total de 718 mil pessoas que deixaram a desocupação.


O segundo trimestre ainda ficou marcado pela alta de 1,1% no número de pessoas ocupadas na comparação trimestral e 0,7% sobre o ano anterior, chegando a 103 milhões.


A alta foi puxada, principalmente pelo maior número de empregados do setor privado sem carteira de trabalho assinada.


Os trabalhadores com carteira assinada, por sua vez, cresceram 0,6% no setor privado, entre abril e junho. Na outra ponta, os que possuem carteira aumentaram 2,2% no período.


O nível de ocupação foi estimado em 58,8% no trimestre, o que representa um incremento de 0,5 ponto percentual diante dos meses entre janeiro e março deste ano.

Fonte: CNN Brasil

Violência contra a mulher: sancionada divulgação obrigatória do Ligue 180

 Foi sancionada a lei que torna obrigatória a divulgação do Ligue 180, canal de atendimento a mulheres em situação de violência. A norma, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (30), determina que o governo federal divulgue o serviço em meios de comunicação e locais de grande circulação.


De acordo com a Lei 15.478, de 2026, o governo federal deverá promover a divulgação do número, cuja ligação é gratuita, em meios de comunicação de massa e também em locais públicos e privados de grande circulação — escolas, hospitais, órgãos públicos, meios de transporte de massa, casas de espetáculos e outros locais de diversão. O objetivo é ampliar a visibilidade do canal e facilitar o acesso das mulheres em situação de violência aos serviços de orientação e denúncia.


Disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, o Ligue 180 oferece atendimento por telefone, e-mail, WhatsApp e em língua brasileira de sinais (Libras).

Fonte: Agência Senado

Não concordo que nova reforma é necessária, diz ministro da Previdência

 Queiroz afirma que Fazenda ataca com números e ele defende proteção social, mas Lula é quem decide


O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, discorda da ideia de que uma nova reforma do sistema de aposentadorias e pensões seja necessária. Em entrevista ao JOTA nesta segunda-feira (27/7), ele tachou de cruéis iniciativas como mudanças na idade mínima e defendeu a proteção dos trabalhadores mais vulneráveis.


As declarações evidenciam a dificuldade de o próprio governo enfrentar um tema sensível como as mudanças previdenciárias em meio às eleições, mesmo enquanto o mercado espera sinalizações mais robustas de ajustes nas contas públicas. O próprio ministro Dario Durigan (Fazenda) vem fazendo acenos do tipo e defendendo a contenção de despesas obrigatórias no Orçamento da União, mas o assunto está longe de ter um discurso unificado no governo e entre outros aliados de Lula (PT).


“Não concordo que haja necessidade de uma reforma”, disse Queiroz. “Nós estamos envelhecendo mais e isso pressiona a conta da Previdência, mas eu considero injusto que se olhe sempre para uma reforma da Previdência como se costuma fazer, olhando sempre para aumentar a idade ou aumentar a alíquota [de contribuição]”.


“Acho isso muito cruel. Sou do Nordeste brasileiro, onde a expectativa de vida não é como a do Sul e do Sudeste. As pessoas não vivem tanto tempo”, disse. “É muito cruel [aumentar a idade mínima] para quem pega ônibus todos os dias, [leva] duas horas para ir para o trabalho, duas para voltar”, completou.


Apesar da resistência, o ministro reconheceu a necessidade de mudanças. “Acredito que nós estaremos desafiados – todos nós, a inteligência brasileira – a construir soluções de Previdência que são reais, que nós precisamos ajustar e adequar. Mas sempre com o olhar de não penalizar aqueles que já vivem muito sofridos, que são os trabalhadores brasileiros”, disse.


“Todos nós aqui trabalhamos muitas horas, mas nós trabalhamos no ar-condicionado, de paletó e gravata, bem vestidos, graças a Deus, e nós sabemos que essa não é a realidade da maioria, de 99% dos trabalhadores brasileiros. Então é com eles que me preocupo”, disse.


O ministro Dario Durigan já citou como possível mudança na Previdência um endurecimento nas regras para militares. A secretária de Política Econômica da Fazenda, Débora Freire, menciona a possibilidade de ajustes, no futuro, na idade mínima. O atual secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, já disse que o país precisaria se acostumar com mudanças mais frequentes no sistema.


Quando apresentado a essas declarações, Queiroz afirmou que o Ministério da Fazenda fica no ataque cuidando dos números. Enquanto ele fica na defesa do trabalhador. E que quem decide a estratégia é o presidente Lula.


“O capitão do time agora, digamos, é a ministra Miriam Belchior [da Casa Civil]. O técnico é o presidente Lula. É ele quem decide qual é a hora de atacar, qual é a hora de defender, qual é a estratégia do time. O ministro Dario é o atacante. Ele tá lá na frente, cuidando dos números. E eu sou o cara da defesa, da proteção social. Então eu tô fazendo o meu papel”, disse.

Fonte: Jota

Queda no preço dos alimentos faz inflação desacelerar para 0,06% em julho

 Recuo nos preços de itens como tomate, batata e café amenizou o impacto da alta da energia elétrica e reduziu o ritmo da inflação no mês


A prévia da inflação oficial do país desacelerou para 0,06% em julho, puxada principalmente pela queda no preço dos alimentos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado na terça-feira (28) pelo IBGE, ficou 0,35 ponto percentual abaixo da taxa registrada em junho, quando havia avançado 0,41%.


Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% no ano e de 4,52% nos últimos 12 meses, abaixo dos 4,80% registrados no período imediatamente anterior.


Entre os nove grupos pesquisados, a principal contribuição para a desaceleração da inflação veio de Alimentação e bebidas, que caiu 0,66% e retirou 0,15 ponto percentual da inflação do mês. O resultado foi puxado pelas quedas nos preços do tomate (-19,95%), da batata-inglesa (-10,03%) e do café moído (-3,13%). Já a cebola (7,10%) e o pão francês (0,65%) registraram alta.


Na direção oposta, o grupo Habitação teve a maior pressão sobre o índice, com alta de 0,97%, impulsionada principalmente pelo aumento de 3,03% na energia elétrica residencial. O reajuste refletiu a adoção da bandeira tarifária amarela e reajustes tarifários em diversas capitais.


O grupo Transportes avançou 0,11%, influenciado pela alta de 11,70% nas passagens aéreas. Já os combustíveis ajudaram a conter a inflação, com recuo de 0,90%, puxado pelas quedas do etanol (-2,50%), do óleo diesel (-1,32%), do gás veicular (-0,97%) e da gasolina (-0,68%).


Entre as capitais pesquisadas, o maior resultado foi registrado no Rio de Janeiro (0,44%), pressionado pelo aumento das passagens aéreas e da energia elétrica. Belém apresentou a menor variação (-0,22%), favorecida pelas quedas nos preços do açaí e da gasolina.

Fonte: Portal Vermelho

Ministro da Previdência se diz disposto a procurar ministros do STF para apontar impactos da pejotização

 olney Queiroz avalia que modelo penaliza a Previdência, os trabalhadores e tem sido uma 'epidemia no país'


O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse em entrevista ao JOTA que está disposto a conversar com os ministros para mostrar os impactos negativos da pejotização ao regime previdenciário. Na avaliação dele, esse modelo penaliza a Previdência, os trabalhadores e tem sido uma “epidemia no país”.


Queiroz afirmou ser “totalmente” contra essa forma de contratação e defende que sejam criados mecanismos de recolhimento para que não haja corrosão da proteção social e da previdência brasileira.


“A pejotização foi criada como uma forma de modernizar as relações de trabalho, mas na verdade, está criando uma legião de pessoas com menos assistência do estado”, disse.


Em documentos enviados ao STF, o governo Lula, via Advocacia-Geral da União (AGU), estima que esse sistema gerou déficit superior a R$ 60 bilhões na Previdência Social e perdas superiores a R$ 24 bilhões no FGTS entre 2022 e 2024.


“Caso se mantenha o uso da pejotização a longo prazo, serão necessárias novas reformas no sistema de Seguridade Social para compensar a perda de arrecadação, que afeta tanto o trabalhador individual quanto a coletividade, em razão do comprometimento da base de financiamento e do aumento da desigualdade”, diz um trecho do documento.


“Nesse cenário, para o ano de 2025, foi estimada uma necessidade de financiamento do RGPS da ordem de R$ 338,1 bilhões, a qual deve atingir cerca de R$ 3,983 trilhões em 2060”, diz outro trecho.


O tema é discutido no ARE 1.532.603 e o relator é o ministro Gilmar Mendes.

Fonte: Jota

FGTS: 138 milhões de trabalhadores receberão R$ 13 bilhões de lucros

 Crédito será feito até dia 31 de agosto


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (28) a distribuição de R$ 13,04 bilhões aos trabalhadores referentes ao resultado positivo obtido pelo fundo em 2025.


O valor corresponde a 89% do lucro de R$ 14,65 bilhões registrado no exercício. Ao todo, cerca de 138,2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras serão beneficiados pela distribuição.


Segundo a proposta aprovada pelo colegiado, o crédito será feito de forma proporcional ao saldo existente em cada conta vinculada em 31 de dezembro de 2025.


Os recursos serão creditados nas contas vinculadas do FGTS até 31 de agosto, conforme prevê a legislação.


Terão direito ao recebimento os trabalhadores que possuíam saldo positivo em contas do fundo em 31 de dezembro de 2025, incluindo contas ativas e inativas.

Fonte: Agência Brasil

Representação dos trabalhadores avança em debates com o governo sobre a revisão da NR-21

 Representantes da bancada dos trabalhadores participaram, nesta terça-feira (28), de uma reunião com a bancada do governo para dar continuidade às discussões sobre a revisão da Norma Regulamentadora nº 21 (NR-21), que estabelece diretrizes para as condições de trabalho a céu aberto. O encontro integra o processo de atualização da norma no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP).


O encontro teve como objetivo esclarecer questões que vêm sendo debatidas e compreender os pontos apresentados pela bancada do governo nas propostas em discussão. A reunião possibilitou o aprofundamento das discussões e o alinhamento de entendimentos sobre temas que serão levados à próxima reunião da comissão tripartite.


Alguns assuntos ainda apresentam divergências entre as bancadas, reforçando a importância do diálogo técnico e da construção conjunta de uma norma moderna, equilibrada e que assegure proteção efetiva aos trabalhadores que exercem suas atividades a céu aberto.


A bancada dos trabalhadores reafirmou que a atualização da NR-21 deve considerar a realidade de quem atua em ambientes externos, especialmente diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, garantindo condições dignas, seguras e saudáveis de trabalho.


Representando a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), participou da reunião o Diretor Nacional de Formação Sindical e Qualificação Profissional, André Dias Lavatori, reforçando o compromisso da Central com a defesa dos direitos dos trabalhadores e com a construção de normas que conciliem proteção, responsabilidade e viabilidade.


“O diálogo entre as bancadas é essencial para esclarecer os pontos em discussão e construir uma NR-21 que reflita a realidade dos trabalhadores. Nosso compromisso é contribuir para uma norma moderna, técnica e que fortaleça a proteção da saúde e da segurança de quem exerce suas atividades a céu aberto”, destacou André Dias Lavatori.


Informações da NCST-RJ

Fonte: NCST

Justiça do Trabalho apoia campanha de combate ao tráfico de crianças e adolescentes pela internet

 Em 2026, iniciativa foca na conscientização da sociedade sobre os riscos das redes sociais no aliciamento de novas vítimas


A campanha “O tráfico de pessoas é real”, promovida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), foca, em 2026, na proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais e no combate ao tráfico de pessoas e ao trabalho em condições análogas à escravidão.


O objetivo da ação, que integra o projeto “Liberdade no Ar” e é apoiada pela Justiça do Trabalho, é conscientizar pais, mães, professores e sociedade sobre os riscos que sites e redes sociais oferecem.


Além de conscientizar, a campanha chama os adultos para a ação concreta ao mostrar os riscos que conversas aparentemente inocentes pela internet e como o aliciamento de novas vítimas é feito em ambientes virtuais.


Desde 2022, o TST e o CSJT apoiam o projeto “Liberdade no Ar” e divulgam, em seus canais internos e externos de comunicação, vídeos e banners de conscientização.


Veja o vídeo da campanha de 2026

Fonte: TST

Amazônia concentra 48,2% dos processos de minerais críticos e estratégicos

 Estudo da ANM que subsidiará a Política Nacional de Minerais Críticos aponta R$ 40,4 bilhões investidos em 18 anos, mas destaca a ausência de produção de cobalto, terras raras e potássio


A Amazônia Legal concentra 48,2% dos processos de mineração (como pedidos de pesquisa e de lavra) relacionados a minerais críticos e estratégicos do Brasil e recebeu R$ 40,4 bilhões em investimentos em minas e usinas de beneficiamento entre 2006 e 2024, desconsiderando o minério de ferro.


Apesar da liderança na produção de ferro, bauxita, cobre e ouro, a região ainda não produz substâncias consideradas essenciais para o país, como cobalto, terras raras e potássio. Os dados integram o estudo Amazônia Legal: Minerais Críticos e Estratégicos – Diagnóstico Setorial, divulgado na quinta-feira (23) pela Agência Nacional de Mineração (ANM).


O levantamento reúne informações sobre direitos minerários, produção, investimentos em pesquisa e lavra, arrecadação de royalties, comércio exterior e os principais projetos em andamento. Elaborado pela Superintendência de Economia Mineral e Geoinformação (SEG), o diagnóstico pretende subsidiar a elaboração de uma Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.


Na Amazônia Legal, o Pará concentra 51% dos processos relacionados a minerais críticos e estratégicos da região, seguido por Mato Grosso (19%) e Rondônia (10,3%). O ouro responde por 67% dos processos minerários, à frente do estanho (10%) e do cobre (7,3%).


Os investimentos em pesquisa mineral somaram R$ 4,9 bilhões entre 2003 e 2024, dos quais 65,8% foram destinados ao ouro e 19,1% ao cobre. Ainda assim, o estudo aponta a inexistência de produção de minerais considerados estratégicos, como potássio, terras raras e cobalto.


“Reverter isso exige mais investimento em pesquisa mineral, especialmente voltados a ampliar o conhecimento geológico do país em escala adequada para o conhecimento do potencial mineral da região. Também envolve destravar projetos estruturantes já mapeados (como Autazes, Araguaia e Vermelho), gerar maior segurança regulatória para atrair capital de longo prazo e parcerias público-privadas em pesquisa, desenvolvimento e inovação para agregar valor às cadeias produtivas subsequentes à mineração”, argumenta João Vasconcelos, gerente de Economia Mineral da ANM.


O estudo também destaca que o crescimento da demanda global por minerais críticos, impulsionado pela transição energética, pela indústria de tecnologia e pelo setor de defesa, amplia a importância estratégica da Amazônia. Ao mesmo tempo, ressalta que a exploração mineral na região deve conciliar o aproveitamento econômico com a preservação ambiental e o respeito aos direitos dos povos originários.


*Com informações Agência Nacional de Mineração

Fonte: Portal Vermelho

Projeto cria Programa Conecta Trabalho para qualificação profissional

 Texto permite que alunos escolham cursos e instituições credenciadas e busca aproximar a formação profissional das demandas do mercado de trabalho.


Os deputados federais Marcel van Hattem (Novo-RS), Gilson Marques (Novo-SC) e Luiz Lima (Novo-RJ) apresentaram à Câmara dos Deputados o projeto de lei 3.785/2026, que cria o Programa Conecta Trabalho (CONECTA).


A proposta institui uma política pública permanente voltada à ampliação do acesso à educação profissional e tecnológica e à inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho.


Inspirado no programa Trilhas de Futuro, do governo de Minas Gerais, o projeto pretende ampliar a oferta gratuita de cursos técnicos por meio do credenciamento contínuo de instituições públicas e privadas de ensino profissional, incluindo entidades do Sistema S e fundações, sem exigir a expansão da estrutura administrativa da União.


Poderão participar estudantes do ensino médio regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), pessoas que já concluíram o ensino médio, trabalhadores empregados e desempregados, além de outros interessados em qualificação profissional, conforme regulamentação.


Os beneficiários poderão escolher livremente o curso, a instituição, o turno, a modalidade de ensino e o município entre as vagas disponíveis.


As inscrições e a participação serão gratuitas, com emissão de certificado de conclusão, sendo vedada a cobrança de mensalidades ou quaisquer outras taxas.


Caso a procura seja superior ao número de vagas, a seleção deverá seguir critérios objetivos e transparentes. O texto também permite a reserva de vagas para estudantes da rede pública, desempregados há 12 meses ou mais e pessoas de baixa renda.


O financiamento do programa poderá ser feito com recursos do Orçamento da União, de Estados e municípios, além de parcerias e doações de empresas e organismos internacionais.


A proposta ainda autoriza a concessão de auxílio financeiro aos estudantes para despesas com transporte, alimentação, material didático, uniforme, equipamentos de proteção individual (EPIs) e bolsas de estudo.


Na justificativa, os autores afirmam que o Brasil enfrenta um descompasso histórico entre a formação oferecida pelas instituições de ensino e as competências exigidas pelo mercado de trabalho, o que reduz a produtividade e limita as oportunidades de inserção profissional e ascensão social.


O projeto aguarda despacho para o início da tramitação nas comissões da Câmara dos Deputados.


Confira a íntegra do projeto.

Fonte: Congresso em Foco